FAZENDO MISSÕES

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SAUDÁVEIS EM UM MUNDO DOENTE


Queridos amigos quando o apóstolo Paulo escreveu de uma prisão em Roma para a alvissareira igreja de Filipos, ele não se encontrava em uma situação que possamos chamar de cômoda. No entanto, pelo Espírito Santo ele nos presenteou nessa Epístola com textos como:

(Fp. 4: 6-7) Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.

É fácil notar nesse texto princípios que nos conduzem a experimentar saúde em um mundo doente. Isso porque, é fato que temos construído em nosso mundo interior verdadeiras fortalezas que alojam enfermidades facilmente diagnósticas em nosso mundo exterior. Vamos então juntos construir antídotos que nos protejam desses males oriundos do mundo interior

1. Procure aprender a partilhar seus sentimentos.

Mesmo que para isso precisemos do exercício da sabedoria na escolha de com quem compartilhamos. Mas o fato é que emoções reprimidas, sentimentos sufocados somatizam enfermidades na alma que afloram no corpo. Não poucas vezes carregamos em nosso corpo enfermidades latentes cuja cura somente é possível quando esvaziarmos a alma de suas fortalezas que acomodam sentimentos danosos que vivem destruir nossa saúde emocional e física.

2. Nunca se apequene diante dos riscos da vida.

Ninguém que não corre riscos costuma avançar acintosamente na vida. Poucos são os avançam, porque poucos são os que se agigantam na coragem de enfrentar os riscos que a vida impõe. Não ter coragem de assumir os riscos é consumar uma vida de dúvidas. A dúvida é a trompa que gera e o útero que desenvolve uma vida angustiada e ansiosa. E essa forma de vida torna-se a incubadora de doenças que se projetam das mais diferentes formas no corpo dos seres humanos.

3. Seja um construtor de soluções.

A acomodação em um mundo onde as transformações acontecem com incrível rapidez e dinamicidade é algo que costumeiramente tem levado pessoas a experimentar insucessos em seus desejos de avanços. A inércia é o laboratório onde se produz as lamentações, as murmurações e o pessimismo. O ato consequente a uma vida que não constrói soluções é um viver sem conquistas sustentáveis e por assim dizer, é um viver sem uma base de sustentação sólida. Isso nos conduz aos fracassos existenciais que desaguam em enfermidades que nos fazem aumentar as filas na procura dos médicos e as farmácias à procura dos medicamentos.

4. Fuja da vida de aparências.

Não são poucos os que não conseguem mensurar um padrão de vida real, e assim, sucumbem no mundo das aparências vivendo como não podem. Tornam-se escravos da estética, das modas e dos vícios, construindo dividas impagáveis e destruidoras da paz na vida. Viver assim é semelhante a ser uma estátua de ouro sustentada por pés de barro, a queda é apenas uma questão de tempo. Essa forma de vida agiganta as preocupações e os desesperos para atingir um padrão inatingível, pavimentando assim a estrada que conduz as doenças psicossomáticas.

5. Pratique a aceitação cotidiana.

Quantas pessoas nesse exato momento não sofrem com a dor causada pela auto rejeição. Seres humanos descontentes com aparência, cor, opção sexual e tantos outros descontentamentos. A rejeição nos faz algozes de nós mesmos, além de nos tornar invejosos, ciumentos e destruidores da felicidade alheia. O descontentamento que nos leva a ser infeliz em nosso mundo é o mesmo que nos faz desejar a infelicidade do mundo dos outros. Dessa forma, ancoramos nosso barco no dantesco porto da enfermidade da alma, porto esse, que nos envolve em sua áurea de sofrimento e tristeza.

6. Evite o desânimo que a tristeza trás.

Quantos potenciais estão literalmente sepultados nos vales das tristezas da vida. Quantas capacidades latentes caminham no solo dos insucessos porque se acostumaram ao desânimo que a tristeza produz. A tristeza é como areia movediça, quanto mais nos permitimos envolver, mais ela toma conta de nós. Viver no universo da tristeza é como buscar água no deserto, procura-se muito e quase não se acha nada. A verdade é que sorri faz bem a alma e aformoseia o rosto. O bom humor nos livra da mão do doutor e nos faz caminhar com alegria nas férteis estradas da vida. Mas a tristeza intoxica as entranhas da alma fazendo com que a vida se torne nauseante, moribunda e doentia.

7. Procure confiar mais no amanhã.

Quem nunca confia jamais experimentará a fé que nos faz acreditar que amanhã será melhor. Viver sem essa fé é dizer que não vale a pena viver. Desacreditar no amanhã é o mesmo que banhar-se nas águas rotas do fracasso existencial. É viver a derrota antes de começar a batalha. Essa forma de existência formata perdedores, homens sem brios na lida, soldados sem amor a pátria e corações sem o desejo de amar. Viver assim é melhor não viver porque essa forma de vida torna-se a fonte das desgraças humanas.

Conclusão:

A grande verdade é que existe uma fonte que jorra nutrientes suficientes para nos fortalecer a superar todas as enfermidades desse mundo tão doente. Essa fonte está disponível ao acesso de todos que queiram dela beber. Que fonte é essa: Jesus. A fonte que jorra a vida eterna.

(Jo. 3:16) Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Imunize-se com esses antídotos.


Pastor Celso Adriano é pastor da Igreja Batista da Esperança, é graduado nacional do Instituto Haggai e é professor do Seminário Teológico Batista Potiguar na área de Teologia Sistemática.



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