FAZENDO MISSÕES

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Dia do Diácono Batista

Servidor alegre. Contente com o seu trabalho. Ele o faz por causa de Cristo, o Servo maior. O seu coração se rejubila em servir. As suas entranhas fervilham de gratidão por trabalhar modestamente. Um homem simples no sentimento, nas palavras e nas ações. Não busca holofotes. Não almeja o pódio, mas o chão ou o húmus. Não está interessado em elogios, mas em engrandecer o Senhor com o que faz. O seu trabalho é excelente. Seus relacionamentos saudáveis. O seu coração é prazeroso em repartir o pão, o espaço e o cuidado. É proativo. Um homem exemplar, admirado pelos mais novos e mais velhos. Sensível às necessidades dos outros. Nutre a hospitalidade em seu coração. Um homem pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para se irar (Tg 1.19). Sábio em suas decisões. Que tem prazer em adorar a Deus em espírito e em verdade (João 4.24).
Ele é manso e humilde de coração (Mt 11.29). Aprecia viver aos pés do Mestre para aprender a ser um cristão melhor, mais útil. A sua família é ajustada. Ele é um referencial ético. Responsável em tudo o que faz. Tem o dom da misericórdia. Detentor de um espírito cooperativo e interativo. Respeitado em todos os seguimentos da Igreja. Um facilitador. Amigo sincero do pastor da Igreja e ora por toda a liderança. O seu prazer maior é glorificar a Deus em tudo o que faz. A Bíblia é o seu vade-mecum., manual de vida. Não é um diácono que cria problema, mas é um diácono-solução. Um homem de oração, que tem deleite em entrar no santo dos santos em Cristo Jesus. Aprecia muito testemunhar de Cristo, sendo exuberante. O evangelismo é o seu estilo de vida. Sincero, procurando sempre ter um olhar introspectivo. Um homem cheio do temor do Senhor. Eis o diácono bíblico chamado para ser oficial da Igreja. Que não pleiteia cargos, mas cargas.
Ele deve ter a fé de Abraão; a simplicidade de Isaque; a persistência de Jacó; a capacidade administrativa de José; a liderança de Moisés; a liderança na família à semelhança de Josué; a confiança de Davi; a amizade de Jônatas; a sinceridade de Jeremias; o amor de João; a coragem de Estevão; o espírito evangelístico de Paulo. Deve ser um imitador de Deus como filho amado, andando em amor como Cristo nos amou e a si mesmo se entregou por nós (Ef 5.1,2). Que privilégio ser um diácono, um servidor de Jesus, um homem amoroso, deleitoso e espirituoso. Íntegro a toda a prova. Que ama a Igreja do Senhor Jesus, sua família e o seu país. Um diácono que dê prazer ao coração do Pai, que o criou e o redimiu em Cristo Jesus, Seu Filho.
Pr. Oswaldo Luiz Gomes Jacob
Pastor da Segunda Igreja Batista em Barra Mansa – RJ
Colunista deste Portal
pitzerjacob@gmail.com

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